
SAUDADE QUE DÓI
tela: Edelita Maria Kelm
Poesia:Carlos Pitty
Direitos reservados
Saudade, palavra triste
Nem tudo o que existe
É capaz de explicar
Saudade que dói
O peito destrói
Aumentando a solidão
Saudade matadeira
Que faz pensar besteira
E pelo mundo viajar
Saudade malvada
Curvada como estrada
Caminho escuro e sem destino
Saudade bandida
Que aumenta ferida
Preso ao passado me faz ficar
Saudade que mora no peito
Que invade de jeito
Que invade de jeito
Sem pressa de ir embora
Saudade cruel
Me faz chegar ao céu
Como nuvens sem direção
Saudade, canção triste
Não tem nada que existe
E nem tom que faz consolar
Saudade, insana melodia
Porém, quem sabe um dia,
Não irei mais te escutar
Saudade que não tem cor
Tudo se resume em dor
Nâo há palavras, nem explicação
Saudade que insiste em ficar
E o corpo insiste velar
Doce amargo e ilusão
Saudade que não é canto
É sofrimento, é pranto
Que gruda e faz morada
Saudade, inimiga do coração
É lembrança de uma paixão
Que está a esperar
SOBRE O CARLOS PITTY
CARLOS PITTY
http://www.carlospittyblogspot.com.br/
Representante de Carlos Pitty e Alessander no Paraná.
SOBREA DUPLA ACESSE:
http://www.myspace.com/carlospittyalessander
CONTATO EDELITA
E-MAIL: edelita@proserv.com.br
2 comentários:
Olá Edelita, adorei, estou adorando toda arte que você transmite para que possamos ver ao vivo. Sei que não sou nenhum expert e tampouco preparado neste assunto, mas, minha nota é 10, parabéns, sucesso nas artes e muitas realizações pessoais, familiares, e com tudo isto uma vida saudável. Do amigo Carlos Nuñes de Biguaçu - SC - PNL
A arte em forma de mulher ou a mulher em forma de arte? O que o surreal tem a ver com o real? É uma mistura única em que a Luz brilha, e com ela jaz a esperança... E esta inspiração me eleva a reproduzir o pensamento de um autor desconhecido: "Nem sempre as almas se encontram,
mas é pra sempre que elas se amam"
Rodrigo.
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